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O que é ultrassonografia pélvica e o que pode diagnosticar

O que é ultrassonografia pélvica e o que pode diagnosticar

O progresso da física médica, área responsável pela criação de equipamentos para exames médicos (entre outras atividades), tem apresentado um papel central na evolução da medicina diagnóstica, tornando o processo de identificação das doenças cada vez mais preciso e rápido. Nesse sentido, o desenvolvimento dos exames de imagem ocupa um lugar especial.

O principal avanço conseguido com a elaboração e o desenvolvimento dos exames de imagem foi a possibilidade de visualizar o interior do corpo humano, sem que para isso houvesse necessidade de qualquer tipo de incisão ou procedimento cirúrgico.

Dentre os principais exames de imagem disponíveis atualmente, destacamos:

A videolaparoscopia, embora possa ser usada para fins diagnósticos, difere dos demais procedimentos mencionados por demandar a abertura de orifícios para a introdução do laparoscópio no interior da cavidade abdominal.

A ultrassonografia é um dos procedimentos mais simples e acessíveis, com diversas aplicações, especialmente no diagnóstico de problemas relacionados aos órgãos e estruturas da cavidade abdominal. Entre as modalidades mais solicitadas deste exame está a ultrassonografia pélvica.

Acompanhe a leitura do texto a seguir e compreenda melhor o que é a  ultrassonografia pélvica e suas aplicações, principalmente no diagnóstico de problemas que podem provocar infertilidade feminina e masculina.

O que é ultrassonografia pélvica?

A  ultrassonografia pélvica é uma das principais modalidades da ultrassonografia, pode ser feita de forma suprapúbica e transvaginal.

Nesses exames os tecidos observados estão localizados na cavidade pélvica, que contém o útero, ovários, tubas uterinas, bexiga e intestinos, com indicações específicas para cada forma de ultrassonografia pélvica.

A ultrassonografia em geral, também chamada ecografia, é um exame de imagem para avaliação de tecidos moles, realizado com auxílio de um aparelho de ultrassom, composto por um transdutor e um equipamento receptor conectado a um monitor, onde as imagens são exibidas em tempo real.

O transdutor é posicionado e direciona a emissão de ondas sonoras para as áreas do corpo que se deseja analisar, enquanto o equipamento receptor registra o eco gerado pelo contato entre esses tecidos e as ondas. As imagens formadas pelo mapeamento desse eco é o que permite a visualização do interior do corpo.

A ultrassonografia apresenta algumas vantagens, em relação aos demais exames de imagem, especialmente aqueles utilizados pela ginecologia, obstetrícia e medicina reprodutiva:

Contudo, em alguns casos a  ultrassonografia pélvica pode ser insuficiente para fechar o diagnóstico. Ainda assim, este exame pode atuar como indicativo da necessidade de avaliações mais específicos, sendo por isso uma etapa importante no processo de investigação diagnóstica.

Quais são os tipos mais comuns de ultrassonografia pélvica?

É interessante saber que atualmente a ultrassonografia pode contar também com tecnologias complementares, como o Doppler, que permite a visualização do fluxo sanguíneo em movimento, além de modalidades que utilizam meios de contraste e sistemas de processamento para obtenção de imagens em 3D.

De forma geral, a ultrassonografia pélvica, especificamente no atendimento da mulher, pode ser feita de duas formas: abdominal ou suprapúbica e transvaginal.

Ultrassonografia pélvica abdominal ou suprapúbica

Na  ultrassonografia pélvica abdominal o transdutor é posicionado sobre a superfície da pele que recobre a região do baixo ventre (ou pélvica), situada abaixo do umbigo, que deve estar coberta com um gel específico, facilitando o deslizamento do transdutor e também melhorando a qualidade das imagens obtidas.

Antes de realizar o exame, a mulher deve encher a bexiga, consumindo uma quantidade maior de água ou líquidos algumas horas antes de dar início ao procedimento, com o objetivo de permitir uma melhor visibilidade da região.

Isso porque as ondas sonoras se propagam melhor em meio líquido e assim podem atravessar a bexiga com mais facilidade, permitindo a observação das estruturas localizadas atrás desse órgão.

Ultrassonografia pélvica transvaginal

Nessa modalidade da  ultrassonografia pélvica o transdutor tem um formato anatômico para encaixar-se no canal vaginal, alcançando o colo do útero e com isso permitindo a obtenção de imagens mais detalhadas, principalmente do interior da cavidade uterina, ovários e tubas uterinas.

A preparação para o exame, que é simples e rápido como a modalidade suprapúbica, requer somente o esvaziamento da bexiga antes do procedimento.

O transdutor é então envolvido em um preservativo masculino, cuja lubrificação facilita o deslizamento do aparelho e o melhor direcionamento das ondas sonoras, para a obtenção das imagens.

Ultrassonografia pélvica e fertilidade

Algumas das principais aplicações da  ultrassonografia pélvica incluem o diagnóstico de doenças que podem levar à infertilidade feminina, além do acompanhamento da gestação e monitoramento de etapas importantes das técnicas de reprodução assistida.

A  ultrassonografia pélvica pode identificar doenças como miomas uterinos, pólipos endometriais, SOP (síndrome dos ovários policísticos), adenomiose e endometriose. Essa última por um procedimento diferenciado, que demanda o preparo (esvaziamento) intestinal antes de realizar o exame.

Além disso, as diversas técnicas de reprodução assistida – RSP (relação sexual programada), IA (inseminação artificial) e FIV (fertilização in vitro) – utilizam a ultrassonografia para monitoramento de etapas específicas, como a estimulação ovariana, o preparo endometrial e a transferência embrionária.

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