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LH: o que é?

LH: o que é?

O corpo humano é uma estrutura complexa controlada por diferentes sistemas. Um deles é o endócrino, constituído por um conjunto de glândulas que sintetizam hormônios e atuam em diversos sentidos para o funcionamento corporal.

A ação hormonal também tem papel fundamental na fertilidade de homens e mulheres. O desequilíbrio desse sistema, causado por alguma doença ou alteração no organismo, pode resultar em infertilidade masculina e feminina.

O LH (hormônio luteinizante) é um hormônio muito importante durante o processo de reprodução. Ele está presente durante o ciclo menstrual e promove o rompimento dos folículos, estruturas que contém os óvulos.

Além disso, influencia na fertilidade masculina, pois ainda que seja encontrado em menores concentrações no corpo do homem, trabalha na produção dos espermatozoides, gametas masculinos.

Para conhecer a relação do LH com a fertilidade e todo o caminho que envolve a reprodução humana, é preciso entender o que é o hormônio. Saiba um pouco mais sobre o assunto com a leitura deste texto.

O que é o LH?

O LH é um hormônio produzido pela hipófise, muito importante durante o ciclo menstrual, principalmente no momento da ovulação, quando os óvulos são liberados para a fecundação.

Sua regulação é feita pelo eixo hipotalâmico-pituitário-gonadal e, quando é liberado pela hipófise, se encaminha para os receptores dos ovários femininos por meio da corrente sanguínea.

A concentração do LH no organismo feminino pode variar de acordo com a fase em que ela se encontra, sendo maior durante a ovulatória. Em um ciclo normal, no 14º dia ocorre um pico desse hormônio, levando ao rompimento do folículo dominante para liberação do óvulo, a chamada ovulação.

Posteriormente, os folículo ovariano rompido forma o corpo-lúteo, que sofre um estímulo do LH para produzir a progesterona, responsável pelo preparo final do endométrio para receber um possível embrião.

No corpo do homem, o LH auxilia na produção da testosterona, hormônio sexual masculino que atua no desenvolvimento de algumas características. Sua concentração é menor quando comparada ao corpo feminino.

O hormônio é também um importante indicativo de alterações nos ovários, como os cistos, e a sua taxa de concentração no sangue pode auxiliar na identificação de tumores na hipófise.

Pode ser usado ainda para confirmar a menopausa, avaliar possíveis causas da ausência de menstruação, identificar o desenvolvimento dos óvulos e a capacidade de produção dos espermatozoides.

Qual a relação do LH com a fertilidade?

O LH é uma estrutura importante para a fertilidade, tanto do homem quanto da mulher. Para que a reprodução aconteça de maneira correta e saudável, a dosagem hormonal deve estar em equilíbrio.

A queda de concentração no corpo do homem pode provocar a diminuição na produção das células sexuais, afetando a sua fertilidade. Além disso, pode alterar a produção da testosterona.

Homens com suspeita dessa condição podem realizar um espermograma, principal exame utilizado na investigação da infertilidade masculina. Com ele é possível analisar o sêmen para identificar possíveis alterações.

Nas mulheres, uma diminuição na quantidade de LH encontrada no organismo pode ocasionar em disfunção ovulatória, uma das principais causas de infertilidade feminina.

Existem muitas explicações e causas possíveis para o desequilíbrio hormonal no corpo feminino. A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é um exemplo de doença caracterizada por mudanças nas ações dos hormônios no organismo.

Como o LH é usado na reprodução assistida?

Quando homens e mulheres encontram dificuldades para alcançar a gravidez, podem procurar a reprodução assistida para resolver o seu problema, eficiente em diferentes tipos de casos de infertilidade, desde os mais leves aos mais graves.

Existem três técnicas principais: a relação sexual programada (RSP), a inseminação artificial (IA) e a fertilização in vitro (FIV), que utilizam diferentes protocolos para auxiliar pessoas com o desejo de serem pais e podem ser muito eficientes.

A RSP e a IA são métodos considerados menos complexos, pois a fecundação nesses casos acontece de forma natural dentro do corpo da mulher, nas tubas uterinas. São mais indicados para pequenas alterações na fertilidade.

Já a FIV é a técnica mais avançada da medicina reprodutiva, sendo os seus procedimentos mais complexos. A fecundação é feita em laboratório, de forma clássica ou por ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide).

O LH é um hormônio fundamental para a reprodução, portanto, está presente em todos os possíveis tratamentos. Existe um procedimento comum a todas as técnicas de reprodução assistida: a estimulação ovariana.

Nesse caso, o LH é utilizado para estimular o amadurecimento de mais folículos e a liberação de uma quantidade maior de óvulos. Todo o processo é acompanhado por ultrassonografias para identificar o momento mais fértil.

A fertilização in vitro (FIV) é atualmente a principal indicação na medicina reprodutiva. Se você quiser saber mais detalhes sobre a sua realização, leia nosso texto e fique por dentro.

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